quarta-feira, 13 de abril de 2016

são saruê 2



são saruê  2

às margens do velho chico
escorre sangue e bala
não me calem a fala
nem com tiro no peito
neste país de comício

me ponho ao sacrifício
de falar o que penso
e posso
até o fundo do poço
na medula do osso
pra defender o que é nosso

Artur Gomes II


3 comentários:

  1. Versos pra lá de verdadeiros.
    Senti até na medula do osso o que li ,aquilo que "é feito uma aguardente que não sacia" que nem todos os deuses irão me calar.Beijos querido Artur

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  2. Versos pra lá de verdadeiros.
    Senti até na medula do osso o que li ,aquilo que "é feito uma aguardente que não sacia" que nem todos os deuses irão me calar.Beijos querido Artur

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  3. Versos pra lá de verdadeiros.
    Senti até na medula do osso o que li ,aquilo que "é feito uma aguardente que não sacia" que nem todos os deuses irão me calar.Beijos querido Artur

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